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Trair faz bem para o homem!

Antes que você, homem, saia correndo para comprar o livro e justificar um possível flagra, é bom saber que a maior parte da mulherada não assina embaixo daquilo que diz a psicóloga. “Não faz o menor sentido, esse comportamento não está predefinido na testosterona, principal hormônio masculino. A traição não é compreensível só porque ele é homem. Se está compromissado, é porque escolheu estar com aquela pessoa. As pessoas têm o desejo, mas também têm o poder de controlá-lo”, opina Christina M*, advogada. Para a produtora fotográfica Simone Monteiro, os homens precisam saber de suas responsabilidades e dos reflexos negativos que a traição pode causar sobre a mulher enganada: “Se ele realmente gosta da sua companheira, não vai trair. É preciso ponderar que, caso ela descubra, as consequências psicológicas podem ser devastadoras”.
Mas a psicóloga não está sozinha na sua leitura pouco convencional do comportamento masculino. “Acredito que a sedução, o flerte, a conquista e, sobretudo, a variedade são um prazer para os homens. Intenso o suficiente para que sintam necessidade de trair. Neste aspecto, concordo: a infidelidade faz bem para a autoestima. Em contrapartida, acredito que só fará bem ao relacionamento se a infidelidade for casual, aquela que acontece por um motivo especial ou um mecanismo de afirmação sobre o que ele sente pela parceira fixa”, considera a jornalista Taís Lambert. Já a roqueira baiana Pitty, em fevereiro de 2009, deu a seguinte declaração: “Meu grilo não é o meu parceiro sentir desejo por outra pessoa. É o fato de eu não saber. Eu quero me sentir incluída. A mina é massa? É gostosa? Me leva junto!”.
O psicólogo especialista em relacionamento amoroso e professor do Instituto de Psicologia Experimental da USP (Universidade de São Paulo), Ailton Amélio da Silva, alerta que todos nós estamos sujeitos à traição amorosa, pois a infidelidade sempre acompanhou os relacionamentos amorosos em qualquer contexto e cultura – mesmo naquelas que tomaram medidas extremas para coibir. Com opinião conflitante à da psicóloga francesa, Amélio relata que a traição pode prejudicar o relacionamento: “Quando um parceiro se interessa fortemente por um terceiro, isto faz com que ele perca o envolvimento e a energia em relação ao parceiro oficial. O relacionamento se torna pouco estimulante, a atração sexual e romântica diminui muito e o clima negativo se instala, com quantidade excessiva de brigas”. Diferentemente do que ocorre com as mulheres infiéis, os homens são menos julgados. Seja por não engravidarem, seja pela anuência social, o fato é que eles ainda se sentem mais à vontade para se envolverem com outras. “Trair é o mesmo que enganar, seja na área afetiva ou sexual. Seja homem ou mulher, é preciso respeitar as relações”, opina o autor do livro “O mapa do amor” (Editora Gente).
O que eles dizem
As mulheres podem relatar diversas razões para infidelidade masculina. Mas o que eles podem dizer a respeito? A resposta é o tema do livro “The truth about cheating” (“A verdade sobre a traição”, ainda inédito no Brasil), do terapeuta norte-americano M. Gary Neuman, que entrevistou 200 homens para descobrir os motivos para a infidelidade. Resultados:
- Apenas 12% revelam ter traído as companheiras com mulheres mais atraentes
- 40% confessam que conheceram a amante no trabalho
- 48% dos homens relatam que o principal motivo para a traição é o infelicidade emocional
- 77% dos infiéis têm amigos que já traíram as companheiras – essa convivência faz com que os homens enxerguem a infidelidade como algo aceitável
- 67% se dizem arrependidos
(Não sei a fonte original do texto)
Parabéns pra você!
A manhã de 12 de Maio de 2007 foi a mais diferente que tive até hoje. Naquele momento tudo seria novidade e não tinha mais volta, estava prestes a deixar de ser o filho para me tornar o pai. Não sei como explicar a sensação de conhecer aquela “pessoinha” que vai mudar tudo na sua vida e a cada dia que passarem juntos vai aprender e lhe ensinar coisas novas ao mesmo tempo.
Posso afirmar que acordar de hora em hora para fazer mamadeira, esperar terminar de comer para então dormir não é fácil, mas até passar a noite em claro é divertido quando se tem a melhor das companhias. Trocar as fraldas não tem o mesmo aroma de um campo de flores, mas acaba sendo engraçado. Especialmente nas primeiras vezes quando a fralda acaba ficando completamente torta e os adesivos ficam presos na nossa testa.
Assim como descobria o sorriso, que chorando ganhava o que queria, que a mãozinha e que o pé podiam vir até a boca, ao mesmo tempo me ensinava o que gostava, o que queria e o que achava engraçado. Mas ficava brava quando demorava para descobrir o que tentava dizer. Acho que ser impaciente é um mal feminino, mas deixa pra lá…
Com o tempo fomos nos entendendo melhor, mas entre brincadeiras, brinquedos, banhos e fraldas, trocava várias vezes a cama para dormir no meu peito enquanto ganhava massagem nas costas.
Desde pequena se achava independente e queria ficar sentada sozinha, mas se alguém tentasse ajudar começava a reclamar. Quando começou a andar foi quase uma guerra. O andador rapidamente havia virado o melhor amigo que podia querer naquele tempo, com ele podia correr andar para onde quisesse sem depender dos outros para levar. Havia consquistado sua independência para locomoção, mas nunca dispensou um colo para dormir e descansar. Quando aprendeu a falar prestava atenção em tudo o que diziam, imitava o jeito de abrir e fechar a boca mesmo não saindo som algum, pois já queria dar um jeito de se fazer entender. Logo depois já começava a enrolar algumas palavras, mostrando que eu sabia falar um idioma que ninguém mais compreendia e passaria a ser o intérprete para suas conversas.
2 anos se passaram e já sabe andar sozinha, correr sem cair muito, entende tudo o que dizem, conversa direito, aprendeu a cantar as músicas que gosta, desenvolveu gostos e opiniões, não precisa mais da fralda e inventa suas próprias histórias. Bastante coisa para alguém tão pequena, não? Mesmo com toda esssa “independência”, ainda corre para me abraçar gritando papai e pedindo para contar uma história e querendo colo para dormir.Temos ainda muitas coisas para descobrirmos ao longo dos anos que virão, mas olhando para o que aprendemos até hoje tenho certeza de que estou cumprindo a promessa que fiz quando nasceu. De ser o melhor pai que posso, para fazer com que seja todo dia a filha mais feliz que merece.
FELIZ ANIVERSÁRIO MINHA PEQUENA!
Fim do telemarketing
“Em um mês, mais de 200 mil pessoas se inscreveram no Cadastro para Bloqueio do Recebimento de Ligações de Telemarketing, administrado pela Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Esse número foi atingido dia 28/04/2009.” Via Procon-SP.
Assim que li essa notícia pensei que em pouco tempo algum sindicato vai começar o alarde, dizendo que vários empregos serão cortados caso mais pessoas resolvam aderir a essa idéia. Mas será que aquele papo de vantagens, benefícios e de ter sido escolhido para “estar ganhando” algo realmente fará falta para que as pessoas resolvam adquirir o item ou serviço oferecido naquele momento?
Hoje temos fácil acesso à informação que antes de assinar um cartão de crédito, p.e, é só pesquisar na internet qual deles possuem planos melhores, juros menores e maiores vantagens. Por falar em internet, assinar um jornal de papel é interessante se você o usa como forro de gaiola no dia seguinte. Caso seu animal de estimação seja um peixe, por que não optar pela assinatura do jornal digital? Com a chegada dos smartphones carregar aquelerolo de papel para todo canto quando quiser ler ficou completamente dispensável. Basta de uma conexão com a internet para que possa ler aquela continuação da matéria, tendo a vantagem de updates e de mais notícias em tempo real.
Tenho amigos que trabalham para a Tel****ica exatamente na área de telemarketing e vou perguntar se vão fazer greve caso essa medida comece a ganhar o Brasil inteiro. Mas, acho que uma ligação no meio do banho ou no sábado de manhã não farão falta nenhuma.
Cap 5 – A Despedida.

Alguém quer dar um mergulho?
Após algumas horas seguindo o caminho indicado pelos sábios finalmente viram uma ponte surgir a frente deles. Mas assim que se aproximavam dela percebiam o tamanho do desfiladeiro abaixo e entenderam que o pequena ponte não era referente ao comprimento, mas sim a largura.
Com todo o cuidado começaram a cruzar pois o vento era forte naquele ponto e uma queda daquela altura não seria nada agradável, mas assim que alcançaram a metade da ponte surge VIH correndo como uma besta desenfreada fazendo com que tudo chacoalhasse quase derrubando os Jebas. Com muito custo eles conseguem correr, mas um forte vento junto com os pulos de VIH fazem com que eles fiquem pendurados e em posição bem difícil.
“Rápido, soltem as mochilas e qualquer peso extra que estiverem carregando e segurem firme!” Gritou Ganso que já tinha se livrado de seus pertences e estava prestes a cortar as cordas da ponte. Com um estrondoso NÃO, todos começaram a despencar rumo a parede de pedra oposta em grande velocidade enquanto VIH ,que apesar de ter asas mas não saber como usá-las, caia gritando e lançando tiros de veneno nos trolhanos.
Só conseguiram ouvir o barulho na água e um pequeno ponto flutuando no meio do rio, VIH estava morto e nossos heróis ainda vivos.
Mesmo com os corpos doloridos pela queda e pela batida na parede dura de pedra, eles escalam com dificuldade, mas contentes por mais uma vitória em sua busca. Nesse momento percebem fumaça saindo por trás da montanha, isso significa que sua busca está muito próxima do fim. Eles se olham e não é necessário dizer mais nada, o fim está próximo.
VIH está mesmo morto?
Como serão as noites de Anita agora?
Não percam finalmente o último capítulo.
Cap 4 – A Tortura
Guiados pela camponesa, eles chegam sem problemas até a aldeia de Swing para saber se alguém conhecia os kabaços. Durante todo o trajeto não conseguiram parar de pensar na cena do lago e como as pessoas iriam reagir à presença deles. Era fim de tarde e uma agitação começava a tomar conta das pessoas que corriam acendendo as luzes, preparando bebidas, arrumando salgadinhos e carregando caixas fechadas por todos os lados. Com essa bagunça toda, eles conseguiram passar despercebidos até a casa de Anita para passarem a noite e assim falar com os sábios da aldeia pela manhã.
Assim que entraram na casa perceberam que estava vazia e tinha móveis bem rústicos, nada parecidos com a tecnologia que estavam acostumados em Trolha. “Fiquem à vontade. Vai ser legal ter companhia pelo menos por uma noite. Como já disse antes, não posso participar das festas pois não tenho imunidade ao veneno de VIH como os outros. Por esse mesmo motivo sou obrigada há passar meus dias sozinha.” disse Anita.
Aquela noite fora a mais confortável que tiveram desde que iniciaram a missão, a anfitriã preparou um prato típico de Swing para que seus convidados aliens experimentassem. Meio a contragosto experimentaram e para a surpresa de todos acharam ótimo.
“Qual o nome disso?” perguntou um exaltado Frota.
“É uma receita muito popular aqui, se chama PIZZA” respondeu prontamente Anita.
Até aquele momento nenhum trolhano jamais tinha comido algo que não fosse feito de kabaços e ficaram ainda mais empolgados quando ela despejou nos copos um liquido dourado espumante para que bebessem. Depois do primeiro gole ficaram ensandecidos e experimentariam qualquer coisa que ela oferecesse. Um mundo novo de sabores surgia diante deles e pensaram que não morreriam mais de fome se soubessem como produzir comidas daquele tipo. Mas ainda precisavam dos kabaços para outros fins, como combustível, remédios, e outras coisas importantes em Trolha.

Corria tudo bem dentro da casa naquele inicio de noite com todos contando histórias, bebendo o suco dourado e relaxando antes de partirem novamente à busca. Anita estava adorando ter com quem conversar a noite ao invés de ficar lendo ou olhando a festa pela janela. Exatamente nesse momento Ganso olha para fora e grita sem tirar os olhos da janela: “OLHEM AQUI, RÁPIDO!”
Em um segundo todos estão nas janelas da casa vendo a coisa mais estranha que já puderam presenciar. Um homem correndo com uma mulher nos ombros gritando NINGUÉM É DE NINGUÉM foi uma delas. Anita começa a explicar o que acontece naquela cidade:
“Todas as noites isso acontece aqui, é a festa de Swing. Onde as pessoas trocam de parceiros, parceiras, bebem e comem até o sol raiar.”
Schucruts continuava a olhar para a janela sem sequer piscar para não perder nenhuma cena quando algo o assustou tanto que sua voz mal saia, quando conseguiu falar disse “Eles são torturadores de trolhanos” e apontando para a janela mostrou que os seres daquele planeta usavam aparelhos semelhantes ao Jebas e divertiam-se com isso.
Sem hesitar todos buscaram suas armas e apontaram para Anita que começou a tentar explicar o que acontecia e a chorar por sua vida.
“Aquilo não é um de vocês, é uma peça feita em vidro ou madeira. Precisam acreditar em mim.”
Andando de costas até a porta os Jebas pareciam não dar ouvidos aquela mulher que até poucos minutos antes era considerada a melhor coisa da viagem.
“Se vocês saírem serão usados como eles e alguns homens vão ficar loucos para tê-los” disse Anita e caiu no chão chorando. Frota comovido com a cena abaixou a arma e mesmo contra as ordens de Black foi caminhando até ela.
“Ela nos ajudou até agora capitão, não tem porque não confiarmos agora.”
Após essas palavras, eles guardaram suas armas e continuaram a ouvir a explicação da garota:
“Era por isso que não queria levá-los até que amanhecesse. Eu sabia que seria menos perigoso saírem durante o dia, pois muitos estarão dormindo.”
Com a confiança em Anita restabelecida, nossos heróis seguiram para o merecido descanso já pensando em como seria o dia seguinte.
Somente Frota e Shucruts continuavam a comer pizza e tomar a bebida dourada noite adentro e discutindo como deveria ser aquela tortura que viram há pouco.
Foi mais ou menos isso que viram pela janela.Será que nossos bêbados heróis vão conseguir sair sem problemas?
Será que podem confiar tanto em Anita?
Que método de tortura era aquele?
Não percam o capítulo 5 dessa idiota história.
Cap 3 – Estranhas Sensações
Quando chegaram à base da montanha, perceberam que o brilho daquele campo era de uma gigantesca plantação de estranhos frutos em forma de diamantes azuis. Frota inicia uma análise para descobrir se seria tóxico ou não para os trolhanos.
Frota: “Pelo que percebi essa fruta contém uma enorme quantidade de uma substância que nós usamos em nossas bebidas energéticas. Não faço idéia dos efeitos que tamanha dose possa fazer em um de nós. Vou levar algumas caso precisemos e para análises mais profundas.”
Com alguns frutos nas malas, os Jebas seguem a caminhada até a cidade através da plantação quando viram uma linda camponesa que se banhava completamente nua em um lago de águas cristalinas.

Acharam que eu ia colocar uma mulher pelada? Isso é um blog de família…
Uma sensação estranha tomava conta do esquadrão que fora treinado para não sentir nada diante de qualquer inimigo, mas aquilo era algo totalmente novo. Não sabiam como explicar o fato de todos ficarem em estado de “sentido” mesmo que suas mentes lhes dissessem para abaixar e ficar escondidos. Estavam em um planeta estranho dominado por gigantes que mesmo sendo subdesenvolvidos, conseguiam hipnotizá-los sem nem ao menos olhar para eles. Black resolveu tomar a frente e ir interrogar a estranha criatura daquele planetinha. Black: “Olá habitante desse planeta. Eu sou Black, líder dos Jebas. Viemos em paz.” Nesse momento a camponesa se assusta ao ver os trolhanos, cai dentro do lago e começa a gritar por socorro. Imediatamente Black continua a falar: “Não queremos fazer mal. Precisamos de ajuda para salvar nosso planeta natal. Por favor, nos ajude.” A camponesa parou de gritar e gaguejando perguntou: “Vo-vo-vocês são de ooo-o-outro planeta?” Todos afirmaram e começaram as apresentações: “Eu sou o comandante Black, esse é Frota nosso técnico de campo, aquele é Schucruts nosso especialista em bombas, aquele é Ching Yung nosso especialista em eletrônica e aquele é nosso piloto Ganso. Nós somos do planeta Trolha” A camponesa ouviu tudo desde a falta de kabaços até a busca com atenção e surpresa por existirem seres daquela forma na galáxia. Quando os Jebas terminaram de contar a história, ela já estava mais calma e disse: “Meu nome é Anita e infelizmente não sei o que são esses kabaços. Talvez alguém na aldeia saiba. Mas tenho que avisar que o povo pode ficar meio empolgado por verem vocês. Acontece que em aqui na aldeia de Swing, toda noite tem uma festa e ninguém é de ninguém, se me entendem.” Os Jebas concordaram, mas ficaram com expressão de que não tinham entendido o motivo do problema, quando Anita explicou como eram as festas, o motivo da plantação que eles viram quando desceram da montanha, o principal problema de suas formas e o que poderia acontecer com eles. Aquela sensação de hipnose misturada à empolgação voltou a tomar conta deles e antes que percebessem já estavam pulando pensando em como tinham sorte de cair em um planeta com criaturas como a camponesa.

Aldeia de Swing
Nesse momento Ching lembrou-se de VIH e que o contato com aquele povo poderia matá-los. Ching: “ATENÇON NÉ, VIH AKI!” Mesmo com um sotaque muito grande, todos entenderam o que Ching queria dizer. Aquele povo ainda não tinha exterminado a raça de VIH como já havia sido feito em Trolha. Eles precisavam ter cuidado porque esqueceram as roupas de proteção no Preservativo XXII. “Então vocês também conhecem VIH? Meu povo é imune ao veneno dele, então mesmo que ele os atinja nada acontece e podem continuar fugindo. Mas assim como eu alguns não são, tudo o que podemos fazer é fugir e torcer para não sermos pegos por seu ataque de veneno. Caso ele consiga nos envenenar, vamos perdendo as forças rapidamente e ele pode nos alcançar e devorar.” Mais tranqüilos sabendo que não corriam perigo com Anita, os Jebas aceitam acompanhar sua nova amiga até a cidade para descobrirem se conseguiam alguma indicação de onde encontrar os kabaços.
Será que os outros habitantes vão se assustar com nossos heróis?
Será que vão achar os kabaços?
Que sensações foram aquelas que sentiram?
Não perca o 4º capítulo dessa estúpida estupenda história.
Cap 2 – A Entrada
Apesar da aparência, ele não é tão inteligente.
A caminhada será longa…
Sem saber o que os aguarda nessa pequena cidade, nossos heróis partem com as esperanças renovadas de encontrar logo os Kabaços e retornar a Trolha.
Será que não veremos mais VIH?Será que essa cidade é amigável?Não perca o 3º Capítulo dessa incrível saga.
Imagens gentilmente cedidas pelo tio GOOGLE
CAÇADORES DE KABAÇOS
Os trolhanos acreditavam que a natureza sempre daria mais dessa maravilhosa descoberta, nunca imaginaram que um dia eles se tornariam escassos e chegariam perto do fim. Esse foi o único erro desse povo.
Agora, num ato desesperado para obter mais fontes de kabaços, o governo Trolhano decide fazer uma expedição no espaço para explorar planetas virgens onde os recursos naturais ainda estavam intacto atravez dos milênios. Uma equipe foi formada reunindo os melhores soldados dos quatro cantos de Trolha, eles seriam reponsáveis por essa operação. Do Oriente Trolhano foi chamado Ching Yung, um Trolhano pequeno e franzino, típico Oriental Trolhano. Ele é responsavel pela cobertura tecnológica da equipe. De um país nórdico de Trolha, foi convocado Shucrutz, especialista em bombas, ele estoura qualquer coisa. De um país de terceiro mundo Trolhano, foi chamado Frota, especialista técnico que trabalhava os Kabaços para o qualquer uso, conhece tudo sobre kabaços. E por fim, para liderar a equipe O Trolhano Black, o maior e mais forte soldado do exército Trolhano. Juntos formam a força JEBA!
O Orgão Trolhano P.I.N.T.O (Pesquisas Interespaciais Nativas de Trolha On-line) desenvolveu o ônibus espacial PRESERVATIVO XXII especialmente para essa missão. No comando da nave esta o comandante Ganso, que recebeu a responsábilidade de comandar o PRESERVATIVO XXII .

Nossos fálicos heróis deixam Trolha sem saber o que os aguardam. Os Kabaçômetros apontam para um Planeta chamado Swing e é lá que os JEBAS vão arrumar os Kabaços que precisam. Durante a viagem, o Ching tenta invadir os sistemas de Swing, para facilitar a entrada e mascarar a operação. É quando descobre um perigo mortal em Swing, o VIH, monstro que vive rondando as planícies de Swing. Ching consegue a invasão e os JEBAS conseguem entram no Planeta Swing sem serem detectados.
Será que nossos Heróis vão conseguir os Kabaços que precisam?
Será que vão encontrar VIH o terrível?
Não deixe de acompanhar a série:
CAÇADORES DE KABAÇOS
Criado por Porco e WC



















