Promoção
Adsense

Archive for the ‘Social’ Category

Trair faz bem para o homem!

Recebi por email esse texto onde uma psicóloga afirma que trair faz bem para o homem. Quero ver as mulheres reclamarem agora dos maridos/namorados/noivos/casos “pularem o muro”…
Maryse Vaillant, uma das mais famosas psicólogas francesas da atualidade, causou polêmica ao defender, em livro recém-lançado na França, que a infidelidade masculina faz bem para o relacionamento e para a autoestima do homem. Na publicação “Les hommes, l’amour, la fidélité” (Os homens, o amor, a fidelidade), a autora afirma que para a maioria dos comprometidos a infidelidade é quase inevitável e essencial para o funcionamento psíquico – e que apesar de pularem a cerca, eles não deixam de amar suas mulheres. A psicóloga não para por aí: “Os homens que não têm casos extraconjugais podem ser portadores de uma fraqueza de caráter, por negarem as suas vontades”.

Antes que você, homem, saia correndo para comprar o livro e justificar um possível flagra, é bom saber que a maior parte da mulherada não assina embaixo daquilo que diz a psicóloga. “Não faz o menor sentido, esse comportamento não está predefinido na testosterona, principal hormônio masculino. A traição não é compreensível só porque ele é homem. Se está compromissado, é porque escolheu estar com aquela pessoa. As pessoas têm o desejo, mas também têm o poder de controlá-lo”, opina Christina M*, advogada. Para a produtora fotográfica Simone Monteiro, os homens precisam saber de suas responsabilidades e dos reflexos negativos que a traição pode causar sobre a mulher enganada: “Se ele realmente gosta da sua companheira, não vai trair. É preciso ponderar que, caso ela descubra, as consequências psicológicas podem ser devastadoras”.

Mas a psicóloga não está sozinha na sua leitura pouco convencional do comportamento masculino. “Acredito que a sedução, o flerte, a conquista e, sobretudo, a variedade são um prazer para os homens. Intenso o suficiente para que sintam necessidade de trair. Neste aspecto, concordo: a infidelidade faz bem para a autoestima. Em contrapartida, acredito que só fará bem ao relacionamento se a infidelidade for casual, aquela que acontece por um motivo especial ou um mecanismo de afirmação sobre o que ele sente pela parceira fixa”, considera a jornalista Taís Lambert. Já a roqueira baiana Pitty, em fevereiro de 2009, deu a seguinte declaração: “Meu grilo não é o meu parceiro sentir desejo por outra pessoa. É o fato de eu não saber. Eu quero me sentir incluída. A mina é massa? É gostosa? Me leva junto!”.

O psicólogo especialista em relacionamento amoroso e professor do Instituto de Psicologia Experimental da USP (Universidade de São Paulo), Ailton Amélio da Silva, alerta que todos nós estamos sujeitos à traição amorosa, pois a infidelidade sempre acompanhou os relacionamentos amorosos em qualquer contexto e cultura – mesmo naquelas que tomaram medidas extremas para coibir. Com opinião conflitante à da psicóloga francesa, Amélio relata que a traição pode prejudicar o relacionamento: “Quando um parceiro se interessa fortemente por um terceiro, isto faz com que ele perca o envolvimento e a energia em relação ao parceiro oficial. O relacionamento se torna pouco estimulante, a atração sexual e romântica diminui muito e o clima negativo se instala, com quantidade excessiva de brigas”. Diferentemente do que ocorre com as mulheres infiéis, os homens são menos julgados. Seja por não engravidarem, seja pela anuência social, o fato é que eles ainda se sentem mais à vontade para se envolverem com outras. “Trair é o mesmo que enganar, seja na área afetiva ou sexual. Seja homem ou mulher, é preciso respeitar as relações”, opina o autor do livro “O mapa do amor” (Editora Gente).

O que eles dizem

As mulheres podem relatar diversas razões para infidelidade masculina. Mas o que eles podem dizer a respeito? A resposta é o tema do livro “The truth about cheating” (“A verdade sobre a traição”, ainda inédito no Brasil), do terapeuta norte-americano M. Gary Neuman, que entrevistou 200 homens para descobrir os motivos para a infidelidade. Resultados:

  • Apenas 12% revelam ter traído as companheiras com mulheres mais atraentes
  • 40% confessam que conheceram a amante no trabalho
  • 48% dos homens relatam que o principal motivo para a traição é o infelicidade emocional
  • 77% dos infiéis têm amigos que já traíram as companheiras – essa convivência faz com que os homens enxerguem a infidelidade como algo aceitável
  • 67% se dizem arrependidos

(Não sei a fonte original do texto)

Fim do telemarketing

“Em um mês, mais de 200 mil pessoas se inscreveram no Cadastro para Bloqueio do Recebimento de Ligações de Telemarketing, administrado pela Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Esse número foi atingido dia 28/04/2009.” Via  Procon-SP.

Assim que li essa notícia pensei que em pouco tempo algum sindicato vai começar o alarde, dizendo que vários empregos serão cortados caso mais pessoas resolvam aderir a essa idéia. Mas será que aquele papo de vantagens, benefícios e de ter sido escolhido para “estar ganhando” algo realmente fará falta para que as pessoas resolvam  adquirir o item ou serviço oferecido naquele momento?
Hoje temos fácil acesso à informação que antes de assinar um cartão de crédito, p.e, é só pesquisar na internet qual deles possuem planos melhores, juros menores e maiores vantagens. Por falar em internet, assinar um jornal de papel é interessante se você o usa como forro de gaiola no dia seguinte. Caso seu animal de estimação seja um peixe, por que não optar pela assinatura do jornal digital? Com a chegada dos smartphones carregar aquelerolo de papel para todo canto quando quiser ler ficou completamente dispensável. Basta de uma conexão com a internet para que possa ler aquela continuação da matéria, tendo a vantagem de updates e de mais notícias em tempo real.

Tenho amigos que trabalham para a Tel****ica exatamente na área de telemarketing e vou perguntar se vão fazer greve caso essa medida comece a ganhar o Brasil inteiro.  Mas, acho que uma ligação no meio do banho ou no sábado de manhã não farão falta nenhuma.

Voltando!

Depois de alguns problemas técnicos com o notebook e o desktop com a placa de vídeo, agora foi a vez do monitor queimar. Mas já estou com um novo (finalmente criei vergonha na cara e comprei um LCD) e estou voltando a colocar as coisas em ordem para postar novamente todo dia.

Por falar em voltar, percebi que os jogos de tabuleiro estão reaparecendo no planeta para tentar ganhar terreno dos eletrônicos,fazendo ressurgir clássicos comoo Monopoly, War, Jogo da Vida, Detetive e outros.
Para quem tem seus 30 anos isso representa uma injeção de nostalgia onde passavámos horas pensando no melhor ataque para conquistar território, se era o Cel. Mostarda com a faca na biblioteca o culpado, se vender o Morumbi valia a pena ou se o carrinho comportava mais um filho. Para os mais novos é a chance de brincar com algo que não seja ficar apertando botões em um controle. Não tenho nada contra os vídeo-games, pois até minha filha joga Lego e Kingdom Hearts comigo e continuo me divertindo. Mas juntar os amigos para algumas horas de War, por exemplo, é uma sessão de piadas, brigas, alianças estratégicas que nenhum vídeo-game consegue imitar. Claro que a diversão sempre termina quando algum “ser inteligente” joga o dado no tabuleiro e seus exércitos, que estavam todos arrumados para um ataque, vão parar embaixo da mesa.

Quando era criança, não lembro de existirem campanhas ou mortes causadas pela dengue, assim como a febre amarela era considerada erradicada das cidades. Agora essas doenças voltaram com força e a culpa é somente nossa de elas continuarem por aí.  Ambas são transmitidas pelo Aedes Aegypti que utilizam a água que deixamos acumulada como criadouro, então a melhor forma para acabar com isso seria cada um tomar cuidado para que a água não fique parada. Simples certo? É simples, mas parece que as pessoas julgam ser algo muito trabalhoso e caro pois não se preocupam e continuam largando lixo em terrenos, nas ruas, vasos cheios de água, caixas d’água destampadas entre outras coisas que propiciam centenas de criadouros para essas pragas cuja doença não possui um remédio.
Talvez elas passem a se preocupar quando alguém de sua própria família passar por esse problema que já atingiu centenas e deixou muita gente sem pais, filhos e irmãos.
Não adianta culpar o governo pois dessa vez eles estão fazendo o que tem mais efeito, tentar conscientizar as pessoas a fazer o certo e não o simples.

Muito tempo Vago.

Antes que comecem a ler o texto devo avisar que sou católico, mas isso não quer dizer que preciso concordar com tudo o que a igreja diz.

Estava tentando não escrever sobre esse tema, mas quando li que Bispo pede para jovens abandonarem ‘torpedos’ nas sexta-feiras durante a Quaresma alegando que “os jovens que abdicarem dessa prática uma vez por semana poderão “se desintoxicar do mundo virtual e voltar a ter contato com eles mesmos.”, percebi que os padres e o vaticano estão com MUITO tempo vago. O problema é que essa ociosidade já causou muito coisa séria, mas no péssimo sentido.

Desde os tempos antigos a igreja gosta de ter idéias, mesmo que não sejam as melhores, para tentar manter o controle sobre seus fiéis. Mas antes a coisa era bem mais séria e uma das milaborantes decisões da igreja foi de retomar a Terra Santa. Nascia assim as Cruzadas, onde vários viriam a morrer como forma de penitência nessa luta contra os turcos. Durante quase 177 anos muita coisa foi saqueada, pilhada, destruída, inocentes mortos e diziam que era tudo em nome de Deus.

Não contentes com essa carnificina e tendo o pensamento cristão como lei na época, quem pensasse diferente era considerado inimigo do Estado. Resolveram criar a Inquisição para julgar e punir os hereges, bruxas, pagãos e até mesmo cientistas.
Caso o acusado se arrependesse e acusasse outros de heresia, poderia ser poupado e reintegrado a igreja, outros renegavam suas fés e aceitavam o catolicismo para não serem mortos. Muitas pessoas acusavam desafetos por vingança ou vantagem comercial, fazendo com que a pessoa fosse executada. Após isso ter se tornado comum o Papa finalmente emitiu uma bula que dizia: “A Inquisição há algum tempo é movida não por zelo pela fé e a salvação das almas, mas pelo desejo de riqueza”.

Hoje em dia a coisa está menos violenta, mas as idéias continuam não sendo as melhores. A igreja é contra camisinhas pois sexo só pode depois do casamento unicamente para ter filhos e divórcio também é proibido. Será que eles não pensam que é melhor aceitar que o mundo mudou, renovar e tentar fazer algo que preste pela população como um todo? Não digo para falar nas missas que é necessário usar camisinha, “pegar geral” no carnaval ou largar a chata da esposa pela vizinha, ao contrário. Que tal mudar um pouco a Campanha da Fraternidade, já que a idéia da mesma é despertar a solidariedade sobre um problema real e CONCRETO da sociedade e fazer a conscientização sobre as DSTs, filhos e até mesmo sobre o casamento em si. Afinal o número de divórcios cresce a cada ano, muitas crianças estão sendo abandonadas e mortas pelos próprios pais, as DSTs aumentando e a credibilidade da igreja caindo.

Quem sempre esteve em atrito com a religião é a ciência. Após julgar os cientistas de antigamente como bruxos, agora impedem o avanço da medicina com a pesquisa de células tronco que poderiam salvar muitas vidas. Mas não é exclusividade do vaticano, visto que Pastores de várias outras igrejas também são contras por julgarem como assassinato. Será que não existe nenhum modo de chegarem a um meio-termo para beneficiar a humanidade?

Para fechar com chave de ouro resolvem inventar mais 6 pecados capitais. Acho que pensaram que os originais estavam “obsoletos”.

1. Fazer modificação genética
Preciso dizer que é a igreja contra a ciência novamente?

2. Poluir o meio ambiente
Isso me parece puramente bom senso e aprendemos quando criança.

3. Causar injustiça social
O que entendem por injustiça social? Talvez os 7 pecados originais?

4. Causar pobreza
Como se causa pobreza à alguém? Não roubarás, quem sabe…

5. Tornar-se extremamente rico
Esse é o maior absurdo que poderiam ter inventado. Então se eu ganhar na Mega-Sena e resolver ajudar necessitados, mas continuar milhonário, serei pecador?

6. Usar drogas
Eles são contra as drogas, mas não contra os preservativos. Fala sério.

Quanto a notícia que deu origem a esse texto, fiquei na dúvida se o Bispo em questão iria achar ruim se o conteúdo das mensagens fosse de interesse deles. Será que ele não tem nenhum lar de órfãos para que os jovens ajudem ao invés de ficar nos celulares? Aposto que muitos iriam com prazer ao invés de ficar rindo dele.

Cinema Nacional

Antes de virem me criticar, já aviso que não entendo 1/1000 de cinema como o pessoal do Cinema com Rapadura, mas sei o que gosto e não gosto de ver. Agora a pouco estava fazendo um post sobre paternidade enquanto passava no DVD o filme “Última Parada 174″, mas não consegui entender como puderam falar tão bem dele.

Antigamente fazer filme no Brasil era sinônimo de produzir uma pornochanchada. Este gênero que teve seu auge nos anos 70 e 80 contava com mulheres nuas, erotismo softcore, palavrões e um humor popular que acabaria por estigmatizar as produções nacionais como pornográficos e enfraquecer o investimento nessa área por algum tempo. Alguns exemplos são: “Matou a famiília e foi ao cinema”, “Senta no meu que eu entro na tua” e “Amor estranho amor” com a Xuxa. Muitos desses filmes podem ser vistos atualmente no Canal Brasil.

Mas parece que hoje o negócio é falar sobre violência e mortes. Se for em uma favela com uma contagem de corpos maior que todos os Rambo juntos, com 9 palavrões a cada 10 palavras e policiais corruptos é garantia de sucesso. Poucos ousam e fazem comédia do tipo: Se eu fosse você, Carlota Joaquina, Lisbela e o Prisioneiro, O auto da compadecida e Como fazer um filme de amor.
Não posso negar que Cidade de Deus, Carandiru e Tropa de Elite reinventaram a forma de fazer filmes com efeitos especiais, mais ação e ajudaram a reconquistar a confiança das empresas em investir no nosso cinema, mas parece que eles estão se repetindo muito. Talvez por serem baseados em histórias reais, o que é muito pior, pois isso mostra que estamos cada dia mais “acostumados” com essa violência desenfreada.

Não sei vocês, mas se for para ver sequestros, assassinatos e roubos, prefiro ligar a televisão em qualquer jornal do que pagar o aluguel do DVD ou entrada para o cinema e ter 2 horas perdidas na minha vida.

RP 2.0

O debate sobre RP 2.0 na Campus Party 2009 contou com a presença de Mário Soma (RMA Comunicação), Thiane Loureiro (Edelman), Eduardo Vieira (Agência Ideal) e Eduardo Vasques (TV1) foi excelente tanto para os blogueiros como para empresas da área de comunicação. A principal questão era como o mercado está utilizando as novas ferramentas que possui, se estão conseguindo fazer direito e como está sendo a resposta dos usuários.

Hoje 90% dos usuários estão em algum tipo de rede social onde o mais importante é conquistá-los ao invés de tentar empurrar a informação, como é feito com os spams há tempos. Mas infelizmente muitas pessoas preferem o retorno de 1% com os métodos antigos, como o telemarketing de cartões de crédito, do que mudar o modo como enxergam a internet. Afinal, mídia social é um tipo de cultura, não meio de divulgação.

Mudar a forma como o mercado enxerga os blogs é um dos muitos problemas que as agências encontram, pois sempre querem saber quanto vão ganhar ou economizar com um blog. Quando na verdade devem entender que a idéia é fidelizar o cliente/usuário. Ou seja, se trata de um investimento que irá refletir na reputação da empresa na rede por mais tempo do que uma simples campanha.

Outra questão levantada foi a de que muitas empresas não estão prontas para entenderem comentários negativos, e pedem para montar o blog sem essa opção ou moderam os mesmos. Isso acaba com a interatividade e proximidade que são da natureza do blog. O importante é aprender a monitorar para saber o que falam sobre a empresa ou os clientes e ter respostas direcionadas à questão levantada no comentário, não uma resposta padrão ou informativa.

Normalmente colocam alguém da área de jornalismo para escrever e assessor de imprensa para lidar com os blogueiros. Esse é o erro mais comum das agências quando resolvem criar blogs e entrar nas mídias sociais, como Twitter. Escolheram errado a pessoa que vai cuidar dessa parte. Os blogueiros possuem uma metodologia diferente, e muitos se sentem ofendidos quando recebem press-release feito para jornalista. O mesmo pode ser dito dos leitores, já que escolhem os blogs por conter uma opinião mais pessoal sobre os assuntos.

Durante a Campus Party me entrevistaram para saber se lia blogs, comentava e escrevia. O resultado publicado pela Info comprovou o que foi dito durante todo o debate:
“Uma pesquisa feita com ´heavy users´ de internet revelou que quase a metade deles só compra um produto após ler análises em blogs e fóruns.O estudo foi conduzido pelo Ibope na Campus Party e levou em conta entrevistas com 600 participantes do evento.
Conforme explica o instituto, os números não representam a média da sociedade, mas apontam uma tendência ao ouvir usuários conhecidos como ´heavy users´, aqueles que exploram a web com mais intensidade e costumam indicar comportamentos que, depois, são adotados por outros segmentos da sociedade.

Entre os entrevistados, 90% dizem que leem blogs e um terço dos 600 entrevistados dizem serem autores de blogs ou ao menos postar comentários neles com freqüência.Quando analisou os hábitos de consumo destes usuários, 46% disseram que não compram produtos sem antes trocar opiniões com outros consumidores em fóruns pela web.Neste cálculo, são considerados os fóruns clássicos e também listas de discussão em redes sociais, como o orkut.Um número um pouco menor (40%) dizem que vão ao site do fabricante ler especificações dos produtos antes de tomar a decisão de compra.
Apesar serem ávidos leitores de fóruns e comunidades ,dentro deste universo de 46% menos da metade diz postar comentários. A maior parte vai apenas ler a opinião de terceiros.

O item mais desejado pelos entrevistados, diz a pesquisa, não são eletrônicos, mas sim viagens. Os gadgets apareceram em segundo lugar na preferência dos entrevistados, com destaque para laptops e smartphones.”

O que posso concluir depois disso tudo? Que a possibilidade de termos um dia a profissão blogueiro reconhecida é iminente. Isso me deixa animado, já que espero escrever, criar e manter blogs corporativos como profissão. Quem sabe agora é a hora da mudança nas empresas para que tenhamos nosso valor reconhecido no mercado.

Painel Podcast

O painel sobre Podcast contou com a presença de Maestro Billy e Maria Fernanda (ABPOD e Estúdio Mellancia), Alexandre Ottoni e Deive Pazos (Jovem Nerd), Guilherme Felitti e Daniela Braun (Podcast IDG Now!) tendo como moderador Cristiano Dias (Enxame.TV) foi, pelo menos para mim, o ponto alto do dia.
O principal ponto da conversa foi como o podcast pode ser utilizado para propaganda, marketing e até mesmo pelas empresas para ser usado como meio de divulgação e comunicação entre a empresa e o consumidor final.


Apesar de todos na mesa encararem o podcast como um negócio, a abordagem entre eles é bem distinta. O Billy e a Maria Fernanda tem os programas encomendados por empresas com Heineken, porém não são criadores de material nenhum. Toda a pauta é enviada pelo cliente, mas ele escolhe as músicas. O contrário acontece com o Nerdcast, do site “O Jovem Nerd”, onde todo o material é criado pelos 2 apresentadores e hoje é praticamente a referência quando o assunto é podcast. Tanto é, que foram vencedores em 3 categorias no Prêmio Ibest e conquistaram o título de Melhor Podcast do Mundo em um concurso promovido com programas de todo o planeta. Segundo eles, a edição do programa e realmente se divertirem fazendo são os diferenciais para terem conquistado os títulos e uma legião de fãs por todo o Brasil. Já o Podcast do IDG Now usa o programa como complemento ao site homônimo para informar notícias com convidadosm porém eles possuem um stream para que os ouvintes possam ver a gravação ao vivo.
Mas com tanto reconhecimento com os podcasts nacionais, por que ainda é difícil conseguir anunciantes ou convencer as empresas que essa modalidade é comercialmente viável e com boa possibilidade de retorno financeiro? Por um tempo o Nerdcast teve como anunciante a Netmovies, uma locadora de filmes online, e fizeram informalmente uma pesquisa para verificar a disponibilidade de um filme antes e depois de ser falado no programa que vai ar nas sextas-feiras. Para a surpresa deles o filme estava com disponibilidade imediata na quinta, mas no domingo era de espera longa!  Será que isso acontecia porque a propaganda não teve a repercursão esperada? O filme em questão não era nenhum lançamento ou novidade, mas sim o antigo Blade Runner de 1982 que, convenhamos, não tem uma procura tão grande normalmente.

Então o que impede as empresas de encararem os podcasts como mídia seria o medo de inovar, acertar um nicho muito específico ou de que isso seja simplesmente uma moda que logo cairá no esquecimento? Não sei dar a resposta, mas esses “programas de rádio para a internet” provaram que são melhores que muita rádio que temos hoje.

Muito Dinheiro e Pouco Cérebro

Com o trânsito piorando, a crise financeira sem dar trégua e a violência tomando conta do planeta, acredito que o melhor negócio hoje é fazer igual o russo Romam Abramovich, dono do Chelsea, e comprar um pedaço da Lua antes que acabe.
De acordo com o Space Settlement Institute, órgão responsável pela regulamentação de atividades(?) na Lua, qualquer pessoa pode adquirir propriedades em outros planetas ou satélites, só não entendi a vantagem.

É uma ótima pedida para quem tem muito dinheiro e não sabe o que fazer com ele. Afinal o câncer já tem cura, a fome no mundo acabou, crianças não morrem mais na África e até os animais estão a salvos da extinção, certo? Talvez em uma realidade paralela isso seja verdade, mas aqui é bem o oposto.
Sei que o dinheiro é dele para fazer o que bem entender, mas não posso acreditar que comprar um terreno na lua seja mais importante do que ajudar crianças a não morrer de fome ou financiar uma pesquisa para curar uma doença que cresce 5% ao ano.

Normalmente artistas, empresários e organizações fazem doações e leilões para enviar o dinheiro a quem precisa , mas só quando ocorrem crises como o tsunami na Ásia ou as chuvas em Santa Catarina. Depois que tudo volta ao normal, será que lembra das pessoas perto que também pedem ajuda?
Depois que postei essa campanha ontem, fiquei pensando se as pessoas que se mobilizaram por SC ajudam as crianças que vivem na mesma situação diariamente. Elas também estão sem roupas, comida, água e moradia, não estão?

Não posso fazer tanto quando gostaria, mas ajudar as crianças é mais nobre do que usar celulares cravejados de diamantes, voar em um ônibus espacial ou adquirir terrenos que nunca poderá chegar perto.

Cartas ao Papai Noel

A idéia é antiga, mas o Pedro do Crepúsculo querendo fazer algo para ajudar as crianças carentes que na maioria das vezes só podem contar com a esperança do Papai-Noel receber sua cartinha a tempo, para talvez ganhar um presente, resolveu unir os blogs e pedir ajuda.
É uma cena um tanto quanto triste pensar no que elas passam, mas infelizmente no Brasil é verdade e isso acontece durante todo o ano, não só agora. Será que elas não merecem ter essa esperança renovada pelo menos para acreditar que é possível ter um futuro melhor? Nós temos certeza que sim, por isso pedimos que nos ajudem a manter essa esperança viva, para amanhã essa criança tornar-se o Papai-Noel de outras.

Para ajudar basta passar em uma agência dos Correios e pegar 1,2,3 ou várias cartas destinadas ao bom velhinho. Geralmente elas não pedem muito, várias pedem o que comer na ceia de Natal.
Saber que uma criança está sorrindo é o suficiente pelo menos para nós, então que tal ajudar alguém para podermos sorrir de verdade no dia 25 de Dezembro?

Já agredeço aos blogs que estão ajudando a divulgar:

O Cleiton do Kamikaze Blog que me mandou o link;

As maravilhosas meninas do Monalisa de Pijamas;

Os otakus brazukas do Animecast;

O grande Jurandir do Cinema com Rapadura;

A dama da blogzona Nath do Seja o Verde;

O Napster do Mulheres Intocáveis;

ORKUT, Concentração de Besteiras

[UPDATE]

Originalmente havia postado alguns links de comunidades com nomes bem idiotas, mas um certo ser obeso teve um “ataque de pelancas” e pelo visto ficou bravo. Antes que pensem que sou um maluco por coisas certas, que quero tudo nos devidos lugares e sentava na primeira cadeira, já aviso que estão enganados. Sei que o orkut é um meio de divulgação rápido, mas o problema dele são os usuários que agem como idiotas, e é sobre eles que esse post trata.

Pense em um fórum cujo potencial era excelente para armazenar informações dos mais variados tipos e idiomas, onde profissionais e estudantes poderiam solucionar problemas e ajudar os outros. Parece ótimo certo?
Agora libere o uso para os brasileiros e temos o atual ORKUT, o reduto de besteirol onde Pcs do Milhão, “lã rauses” e uma inclusão digital de pessoas fracas de cultura e sem nenhum senso foram responsáveis pelo expurgo de pessoas com um QI maior que 2.

Uma das coisas que demonstra a completa falta de cérebro da espécie que habita o ORKUT é a mania de criar comunidades para qualquer coisa, seja ela idiota, virtualmente impossível ou com erros graves de português.

Onde estão as questões sobre linguagens de programação, história, filosofia, religião, política, música e tudo o que poderia gerar uma discussão onde realmente precisemos utilizar o cérebro? Talvez isso possa ser explicado olhando alguns dos perfis gentilmente roubados cedidos pelo blog Tolices do Orkut dos “habitantes” que fazem parte desse mundo paralelo.

 




Não sou contra a inclusão digital, mas acho que as pessoas precisam prestar menos atenção em Big Brothers, Sonia Abraão entrevistando sequestrador e novelas que nada agregam para aprender a escrever direito, ler mais livros e revistas, desde que não falem sobre novelas ou fofocas e principalmente aprender a ter bom-senso. Não é toda foto que fica bem para ser mostrada ao mundo e não pretendo sujar o blog, então não coloquei as pérolas de pessoas no banheiro, velórios, escatológicas e bizzaras. As fotos com armas de fogo, apologia a drogas e a violência já não chocam e acredito que isso seja pior que as fotos em si, mas deixarei a explicação para um post futuro. O que me incomoda mesmo, é que a cada dia que passa as pessoas vão se preocupando menos em escrever certo e pensam que isso é algum tipo de mérito, mas será que sabem como é horrível ler um site ou blog com erros de português ou em linguagem miguxês?
De que adianta ter 100% da população conectada e criar o analfabetismo virtual?

Buscar
Adicionem
Amigos
WebDesasters Café com Blogagem Dois Poetas na Escola Seu Estranho Irmãos Brain InsuportáveisDr. Pepper O Crepúsculo Corto Cabelo e Pinto Igaum Sem Título Ainda Kátia Flávia Capinaremos Bichinhos de Jardim Mundo Afora Tramado Por Mulheres Baú Pirata Triplo Sentido Papo de Gordo Planet Dog Resort