Voltando!
Depois de alguns problemas técnicos com o notebook e o desktop com a placa de vídeo, agora foi a vez do monitor queimar. Mas já estou com um novo (finalmente criei vergonha na cara e comprei um LCD) e estou voltando a colocar as coisas em ordem para postar novamente todo dia.

Por falar em voltar, percebi que os jogos de tabuleiro estão reaparecendo no planeta para tentar ganhar terreno dos eletrônicos,fazendo ressurgir clássicos comoo Monopoly, War, Jogo da Vida, Detetive e outros.
Para quem tem seus 30 anos isso representa uma injeção de nostalgia onde passavámos horas pensando no melhor ataque para conquistar território, se era o Cel. Mostarda com a faca na biblioteca o culpado, se vender o Morumbi valia a pena ou se o carrinho comportava mais um filho. Para os mais novos é a chance de brincar com algo que não seja ficar apertando botões em um controle. Não tenho nada contra os vídeo-games, pois até minha filha joga Lego e Kingdom Hearts comigo e continuo me divertindo. Mas juntar os amigos para algumas horas de War, por exemplo, é uma sessão de piadas, brigas, alianças estratégicas que nenhum vídeo-game consegue imitar. Claro que a diversão sempre termina quando algum “ser inteligente” joga o dado no tabuleiro e seus exércitos, que estavam todos arrumados para um ataque, vão parar embaixo da mesa.
Quando era criança, não lembro de existirem campanhas ou mortes causadas pela dengue, assim como a febre amarela era considerada erradicada das cidades. Agora essas doenças voltaram com força e a culpa é somente nossa de elas continuarem por aí. Ambas são transmitidas pelo Aedes Aegypti que utilizam a água que deixamos acumulada como criadouro, então a melhor forma para acabar com isso seria cada um tomar cuidado para que a água não fique parada. Simples certo? É simples, mas parece que as pessoas julgam ser algo muito trabalhoso e caro pois não se preocupam e continuam largando lixo em terrenos, nas ruas, vasos cheios de água, caixas d’água destampadas entre outras coisas que propiciam centenas de criadouros para essas pragas cuja doença não possui um remédio.
Talvez elas passem a se preocupar quando alguém de sua própria família passar por esse problema que já atingiu centenas e deixou muita gente sem pais, filhos e irmãos.
Não adianta culpar o governo pois dessa vez eles estão fazendo o que tem mais efeito, tentar conscientizar as pessoas a fazer o certo e não o simples.
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